quinta-feira, 20 de maio de 2010

Autoretardo

Aquarela


Aquarela feita com base em desenhos rabiscados no caderno de aula.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Cartaz


Voltando em 2010 com a intenção de postar com maior regularidade. Pra começar, um trabalho da facul de 2009, que eu gosto bastante. Técnica: Corel.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Construção.


Começando uma nova temática no blog. :D Começarei a postar as minhas criações gráficas também. Técnica: Nanquim.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Aleluia!

1-Deus não escreveu a bíblia. Tá, admito que lá eu não estava, mas tenho quase certeza. Então, a bíblia representa um conjunto de textos de diversos homens, que além de representar idéias ultrapassadas, recheadas de metalinguagem (levada ao pé da letra), foi mais modificado que uma foto de ex-bbb na Playboy.

2-Deus não quer seu dinheiro. Afinal, abrir igrejas não rende nada, já que como as igrejas NÃO GERAM RENDA, elas não sofrem cobrança de impostos.

3-Religião é uma coisa, política é outra. Se misturar, vai dar merda.

4- Não vejo nada de errado com o fato de igrejas terem concessões de rádio e tv, mas eu ficaria um pouco menos confuso se o conteúdo condisesse com a doutrina da religião.

5-Jake_poparácompó: ( http://www.youtube.com/watch?v=op3HZtYb4oo&feature=PlayList&p=7699B82CB0A1FE16&index=0&playnext=1 ) >desbancou com o Padre Marcelo Rossi no quesito cantor(a) religiosa. Troféu Imprensa (isso ainda existe?) pra ela.

6-Tá no inferno? Abraça o capeta.

Corte profundo

Arrancou meus pedaços com as mãos
Desfez minha forma, abriu ferida
Trouxe linha, tesoura, band-aid
Tratou de me curar
Mesmo que ambos soubessem que não demoraria a me machucar, de novo.

Demorei tempo demais para entender
Que a sua pretensão com os meus pedaços
Era montar-me a teu bel-prazer

sábado, 8 de agosto de 2009

Sede

Sentado na frente do computador, aquela secura na garganta. Secura, palavra de avós, que ao lado de frigideire\frigider, povoava meu anseio. Seria que lá dentro eu encontraria algo que me saciasse? Não, eu já podia sentir as bolhas do gás do refrigerante corroendo o esmalte dos meus dentes, que não mostrava muita resistência, depois da exposição a açúcares dos mais diversos tipos. O inverso então, escova-los. Mas não é o que preciso. A suposta refrescância do creme dental é tão artificial quanto os comerciais que fazem para vende-lo. Passam os minutos, e a sensação permanece. Ao mesmo tempo, desenho, escrevo leio e rio, e essa ultima ação me faz voltar a dor. Porque? Por todas as divindades, isso é pior do que querer comer algo e não saber o que. A necessidade de alguma coisa que desça pela goela, que deixe a sensação de paz, que faz falta, como faz falta uma pessoa querida, um cachorro, um mosqueteiro. Isso, mosquitos. São eles dentro da, minha garganta, grunindo, arranhando, fazendo essa balbúrdia. De novo, outra palavra do passado. Será que a solução seria algo assim? Clássico? Não acredito que houvessem tantas firulas nos tempos passados, devia ser mais simples de se viver, coisas mais simples, porém não necessariamente mais fáceis. Desisto, e ai, me vem a luz. Corro até a cozinha, arrastando as pantufas e encho o copo. Três vezes. E a água parece mais saborosa que a melhor bebida que já provei.